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Repórter Unicamp

Poluição do ar ultrapassa limites seguros

Metade dos estados brasileiros não monitora adequadamente a qualidade do ar que a população respira. Segundo o Relatório Anual de Acompanhamento da Qualidade do Ar, vários poluentes ultrapassaram os limites máximos de concentração considerados seguros.

Muitas vezes invisíveis a olho nu, várias partículas circulam na atmosfera e interferem na qualidade do ar que respiramos, com impactos na saúde humana e no meio ambiente. Desde 2024, a partir da criação da Política Nacional de Qualidade do Ar (Lei nº 14.850/2024), tornou-se obrigatório o monitoramento da qualidade do ar no país. No entanto, atualmente, apenas 13 dos 26 estados brasileiros contam com estações de monitoramento de referência, que usam equipamentos capazes de fornecer dados mais precisos.

Segundo o mais recente Relatório Anual de Acompanhamento da Qualidade do Ar, com dados de 2024, vários poluentes ultrapassaram os limites máximos de concentração considerados seguros pela legislação brasileira e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O setor de transportes é o responsável pela maior parte das emissões no país. A legislação brasileira prevê a redução gradual dos limites máximos de concentração de poluentes no ar nos próximos anos, a fim de atingir os valores considerados ideais pela OMS. As políticas de gestão da qualidade do ar envolvem o monitoramento contínuo dos índices de poluição, o controle e a redução de emissão de poluentes.

Nesta reportagem, apresentamos pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Monitoramento Ambiental (Lamoam), na Faculdade de Tecnologia (FT) da Unicamp, que coletam amostras de ar para determinar possíveis origens dos poluentes e estudam os impactos da poluição atmosférica para as plantas.

FICHA TÉCNICA
Produção e coordenação: Patrícia Lauretti
Apresentação: Helena Tallmann
Imagens: Aguinaldo Matos e Jorge Calhau
Edição de vídeo: Aguinaldo Matos
Edição de capa: Alex Calixto de Matos

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