A medula espinhal voltou ao centro das atenções científicas. Mas, longe dos grandes casos que viralizaram, como o de Bruno Drummond — um tetraplégico que voltou a andar — outro problema reacendeu o debate científico sobre lesões neurológicas: a dor crônica de difícil controle. Um problema que afeta milhões de brasileiros. Para essa população, o SUS (Sistema Único de Saúde) está dando um passo histórico. A partir de abril, a rede pública vai oferecer o Estimulador de Medula Espinhal — uma tecnologia de ponta indicada quando nenhum outro tratamento funciona. O dispositivo é implantado sob a pele e atua como um verdadeiro escudo contra a dor. Ele envia impulsos elétricos que interrompem o sinal de dor antes que ele chegue ao cérebro. O dispositivo começará a ser utilizado a partir de abril deste ano. Diferentemente de medicamentos fortes, que muitas vezes causam efeitos colaterais severos, o estimulador atua diretamente na origem do problema. Mas não é para todos. Diversos fatores são analisados previamente. Confira os detalhes na reportagem.
Ficha Técnica
Produção: Fábio Gallacci e Thaís Pimenta
Imagens: Aguinaldo Matos e Thaís Pimenta
Edição de Imagens: Kleber Casabllanca
Capa: Paulo Cavalieri
Apoio: Raquel Hatamoto – Assessoria de Imprensa do IB-Unicamp
Coordenação Geral: Patrícia Lauretti
