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Imagem em preto e branco de um homem jovem ao volante de um carro, visto de frente. Ele sorri amplamente, com expressão descontraída e alegre. O volante aparece em primeiro plano, parcialmente cortando a parte inferior da imagem. Ao fundo, pela janela, vêem-se carros estacionados e uma rua iluminada, sugerindo cena noturna. O contraste forte de luz e sombra cria um clima cinematográfico.
Imagem em preto e branco de um homem jovem ao volante de um carro, visto de frente. Ele sorri amplamente, com expressão descontraída e alegre. O volante aparece em primeiro plano, parcialmente cortando a parte inferior da imagem. Ao fundo, pela janela, vêem-se carros estacionados e uma rua iluminada, sugerindo cena noturna. O contraste forte de luz e sombra cria um clima cinematográfico.
Paulo Villaça em O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla: conjunto analisado permite verificar mudanças na escrita dos roteiros cinematográficos ao longo do tempo
Paulo Villaça em O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla: conjunto analisado permite verificar mudanças na escrita dos roteiros cinematográficos ao longo do tempo
Homem adulto em ambiente externo, com vegetação ao fundo. Ele usa camisa de manga curta azul e óculos apoiados no rosto, levemente abaixo da linha dos olhos. Segura um celular em uma das mãos e gesticula com a outra, como se estivesse explicando algo ou conversando. A expressão é atenta e envolvida, e o cenário sugere um parque ou jardim.
Alfredo Suppia, orientador da tese: “O roteiro revela o pensamento do filme. É uma fonte histórica de primeira ordem”
Homem adulto em ambiente externo, com vegetação ao fundo. Ele usa camisa de manga curta azul e óculos apoiados no rosto, levemente abaixo da linha dos olhos. Segura um celular em uma das mãos e gesticula com a outra, como se estivesse explicando algo ou conversando. A expressão é atenta e envolvida, e o cenário sugere um parque ou jardim.
Alfredo Suppia, orientador da tese: “O roteiro revela o pensamento do filme. É uma fonte histórica de primeira ordem”
Mulher adulta em ambiente externo, diante de grandes folhas verdes que lembram um jardim tropical. Ela tem cabelos longos castanhos, usa brincos pequenos e veste uma camisa branca aberta sobre uma camiseta clara com estampa floral. Está com as mãos levemente erguidas, como se estivesse explicando algo, e apresenta expressão atenta e envolvida. A iluminação é natural e suave.
Segundo Natasha Romanzoti, autora da pesquisa, há uma “retórica brasileira” nos roteiros cinematográficos, na busca por retratar a experiência nacional
Mulher adulta em ambiente externo, diante de grandes folhas verdes que lembram um jardim tropical. Ela tem cabelos longos castanhos, usa brincos pequenos e veste uma camisa branca aberta sobre uma camiseta clara com estampa floral. Está com as mãos levemente erguidas, como se estivesse explicando algo, e apresenta expressão atenta e envolvida. A iluminação é natural e suave.
Segundo Natasha Romanzoti, autora da pesquisa, há uma “retórica brasileira” nos roteiros cinematográficos, na busca por retratar a experiência nacional
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